Cauan Barros justificou, no jogo de ontem contra o Botafogo, o esforço financeiro da diretoria em conseguir o seu retorno junto ao América-MG. A diretoria, além de renovar o contrato do volante por mais um ano, com recta a valorização salarial e pagamento de luvas, precisou negociar com o Coelho o não pagamento da multa para antecipar o termo do empréstimo, que iria até dezembro.
Admar Lopes, na ocasião, para não remunerar o valor que girava em torno de 500 milénio reais (proporcional ao tempo que faltava para findar o empréstimo), usou o seguinte argumento:
“Vocês venderam um jogador (Mateus Henrique para o Shabab Al-Ahli,) de vocês que tínhamos preferência de compra sem nos remeter. Ou seja, precisam remunerar essa multa pelo não enviado, uma vez que está em contrato.”

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Uma vez que o valor era tá, o América-MG se viu “obrigado” a liberar Cauan Barros ao Vasco sem exigir o pagamento da quebra de empréstimo antes do prazo. Foi uma espécie de “troca”, pois o Coelho sabia que o Cruzmaltino estava notório na reclamação.